terça-feira, 19 de janeiro de 2010










19 de janeiro


Sem dúvida alguma, todos devemos morrer, mas nem 
todos morremos da mesma maneira.
Você deve viver de tal forma que, quando morrer, os
demais chorem e você possa rir; triste e trágico seria se, 
quando você morresse, chorasse lágrimas, enquanto os
outros se alegrassem.
A nobreza da vida não consiste nem no fato de nascer,
nem no de morrer, mas no de viver, na maneira de viver e 
naquilo para que devemos morrer. Não é o viver que fornece
o índice de nossa vida, mas o sentido que sabemos 
dar à nossa vida. Por isso, na vida você não deve fazer o
que lhe agrada, mas aquilo que mais tarde lhe agradará ter feito.
"Eu quisera" até hj nada fez; "tentarei" tem feito 
grandes coisas; "quero" tem feito milagres. A vida é luta,
mas luta é vida. A vida só decepciona os que não esperam bastante dela.




O verdadeiro sentido da vida é "a Vida da graça".
São João explica muito bem este pensamento, quando 
diz: "Ora, a vida eterna consiste em que te conheçam a ti,
um só Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo que enviaste" (Jo 17,3)
"Quem tem a Deus - diz Teresa de Jesus - nada lhe falta". 


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